Oito semanas, uma turma de 4 a 6
— e um recital no fim.
Turmas de 4 a 6, oito encontros, três níveis. Escolha pelo momento da sua voz — e veja o programa completo, módulo a módulo, antes de decidir.
Para quem nunca cantou formalmente — e quer sair em oito semanas cantando uma canção do começo ao fim.
ou fale agora
Para coralistas, atores e cantores em formação que querem cantar diante de público real, com presença e técnica que sustentam.
ou fale agora
Para cantores líricos com formação — manter a voz saudável, ampliar estilos e encontrar a própria identidade vocal.
ou fale agora
Módulo a módulo,
sem letras miúdas.
Em oito semanas, você sai cantando uma canção do começo ao fim — com técnica, sem tensão, diante de quatro pessoas.
Para adultos sem formação musical, coralistas iniciantes e quem canta por prazer e quer entender a própria voz com técnica real.
Que voz é essa?Primeiro contato com a sua vocalidade
Um encontro de descoberta: cada participante canta algo que já sabe, e a partir daí começa a conversa. Nada é avaliado — tudo é observado com curiosidade.
Acendendo a vozAquecimento, vocalizes e os primeiros passos técnicos
A rotina de aquecimento: o que fazemos antes de cantar, por que fazemos e o que acontece com a voz quando não fazemos. Daí, os primeiros vocalizes em grupo.
O ar que sustenta tudoRespiração, apoio vocal e o que precisamos relaxar
O coração da técnica: a respiração como experiência física — sentir o diafragma, identificar a tensão desnecessária, aprender a soltar.
A música que é suaTessitura, tipo vocal e escolha do repertório
Mapeamos a tessitura de cada um e escolhemos juntos o repertório dos próximos módulos. Você tem voz na decisão.
Voz e técnica juntasAprimorando o que aprendemos e experimentando o repertório
Na metade do curso, conectamos respiração, vocalizes e registro diretamente à música. A técnica entra a serviço da música.
Detalhe por detalheTrabalhando a música de ponta a ponta
Cada música trabalhada por seções: início, transições, região aguda, final. Identificamos e trabalhamos os pontos de dificuldade de cada um.
Estamos fazendo arteExpressividade, interpretação e presença
A técnica está no lugar; agora a música ganha vida. O módulo mais leve — e o que mais muda a interpretação: o que a letra diz, o que o silêncio faz, como o corpo entra.
A voz que ficouApresentação, celebração e roda de conversa
O encontro final: cada participante apresenta a música que escolheu, em ambiente acolhedor. Depois, uma roda de conversa sobre o processo.
Em oito semanas, você canta um set de três canções diante de público real — com presença de palco e técnica que sustenta sob pressão.
Para coralistas com tempo de canto, atores que sustentam cena cantada, músicos de outras áreas e quem já passou pelo Foundation.
De onde você veio — e onde estáDiagnóstico vocal e mapeamento de hábitos
Cada um canta do seu repertório habitual. Diagnóstico técnico honesto: o que a voz já faz bem, o que é hábito não examinado, o que é lacuna real. Início do mapeamento de Fach — a categoria de repertório que a sua voz sustenta.
O instrumento por dentroTécnica vocal com consciência corporal aprofundada
Saímos da intuição para a consciência técnica: o que acontece em cada região do corpo ao cantar, e como direcionar isso com intenção.
A coluna de arRespiração, apoio e gerenciamento de fôlego no repertório real
O apoio como prática diária, aplicado a frases longas e passagens de dificuldade real no repertório.
O que você deve cantar — e por quêFach, tessitura e repertório com intenção estratégica
Escolher repertório é estratégia, não só gosto. Discutimos Fach a fundo, analisamos o repertório atual e redirecionamos quando necessário.
Técnica e repertório dialogandoO que a música exige — e como a técnica responde
Começamos pelas dificuldades que o repertório impõe — passaggio, notas longas, coloratura, legato — e desenvolvemos ferramentas para cada uma.
A música por dentroAnálise musical, intenção interpretativa e construção da performance
Interpretação com seriedade: entender o que o compositor pediu, o que o texto diz, e fazer escolhas conscientes de como comunicar.
Sob pressão — e bemSimulação de performance, nervosismo e presença de palco
Simulamos a performance real: entrar, apresentar sem interrupções, receber feedback. Aprender a funcionar mesmo com o sistema nervoso ativado.
O que você é como intérpreteApresentação final, roda de conversa e próximos passos
Mini-recital final e uma conversa honesta sobre trajetória: o que estudar a seguir, quais repertórios, quais metas.
O mercado do canto lírico pede versatilidade. Quem transita entre estilos e contextos tem muito mais espaço para uma carreira consistente.
Para cantores que já têm formação e querem continuar se desenvolvendo — sem voltar ao básico, mas revisitando fundamentos quando necessário.
Quem sou eu como intérprete?Identidade vocal e trajetória profissional
Antes de técnica ou repertório, falamos de você: que cantor é esse, onde esteve, onde quer chegar — e o que a voz tem a ver com isso.
Diagnóstico técnico: onde estamos?Revisão e refinamento da técnica vocal
Uma escuta honesta, feita para mapear: o que está sólido, o que pede atenção, quais compensações custam energia sem entregar resultado.
A voz que duraManutenção vocal, estudo consciente e fadiga
A carreira se mede em décadas. A rotina de estudo, os sinais de fadiga antes que virem lesão, e como manter a voz pronta mesmo sem apresentações.
Visitando o barroco e o clássicoBach, Mozart e o que cada um pede da voz
Dois mundos, uma técnica de base: ornamentação e recitativo no barroco; legato e coloratura mozartianos, construídos sem tensão.
Cantor solista cantando em coroComo adaptar a voz para cantar em grupo
Onde a técnica lírica ajuda no grupo, onde ela precisa ser modulada — e como fazer isso sem perder a própria voz.
Ópera ou canções?Nuances e diferenças entre repertórios
Ópera e lied compartilham a técnica, mas vivem em escalas expressivas diferentes: gesto vocal, relação com o texto, papel do pianista.
Preciso cantar popular. Tem problema?Microfone, adaptação e repertório amplificado
A voz lírica se adapta ao microfone com consciência: o que muda na técnica, o que não precisa mudar, e como voltar ao acústico sem perdas.
Cantando em portuguêsEncontrando o equilíbrio no repertório erudito brasileiro
Cantamos italiano e alemão com estudo; o português merece o mesmo. Dicção do português cantado e as especificidades do repertório brasileiro.
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